USO FITOTERÁPICO DA ASPIDOSPERMA SSP DO CERRADO BRASILEIRO

Code: 250419097
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Título

USO FITOTERÁPICO DA ASPIDOSPERMA SSP DO CERRADO BRASILEIRO

Autores:
  • Hindenburg Cruvinel Guimarães da Costa

  • Bárbara Domingues Franzini

  • Weslane Justina da Silva

  • Lessandro do Carmo Lima

  • Ana Paula Cardoso Gomide

  • Fabiano Guimarães Silva

  • Adriano Carvalho Costa

  • Fabiana Ramos dos Santos

  • Josilene Silva Sousa

  • Cibele Silva Minafra

DOI
  • DOI
  • 10.37885/250419097
    Publicado em

    30/04/2025

    Páginas

    341-355

    Capítulo

    22

    Resumo

    O cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, sendo um pilar da agricultura brasileira, com uma enorme biodiversidade do mundo. Compreendendo diversos tipos de vegetação incluindo várias espécies de plantas medicinais estudadas pela etnofarmacologia, buscando cada vez mais plantas medicinais e seus agentes biologicamente ativos. Uma dessas plantas é a Aspidosperma olivaceum conhecida por Guatambu. Uma planta muito usada no conhecimento popular para tratamentos de doenças infecciosas parasitarias, antioxidantes, anti-inflamatórios e hipolipemiantes. São reconhecidas numerosas causas de hiperlipemia e grande parte das complicações desse desequilíbrio bioquímico está nas cardiopatias ateromatosas. A ciência sempre está em busca de novas estratégias farmacológicas para o equilíbrio fisiológico do colesterol. Aproximadamente 250 alcaloides indólicos já foram isolados no Guatambu. É estudado tanto para doenças como Leishmaniose até a redução de níveis de colesterol plasmático. É provável que esta espécie de planta seja útil no desenvolvimento de um medicamento hipocolesterolêmico, mas a sua avaliação farmacológica ainda é necessária. Sendo assim o presente estudo utilizou-se de metodologia de revisão literária, por meio de pesquisa bibliográfica. Concluiu-se que o Guatambu, é o exemplar vegetal do bioma cerrado mais reconhecido entre a população rural e acadêmica para o tratamento das dislipidemias devido seus princípios ativos como a guatambuina e DL50 serem promissores para os novos estudos e formulações de formas farmacêuticas para a ampliação de seu uso na população.

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    Palavras-chave

    Bioma; cerrado; colesterol; fitoterápicos; plantas nativas

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