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OPEN SCIENCE RESEARCH X
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Título

PREVALÊNCIA DE ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E FATORES ASSOCIADOS: UMA REVISÃO NARRATIVA

10.37885/230111745

Crossref

Publicado no livro

OPEN SCIENCE RESEARCH X

Capítulo

36

Páginas

498-514

Publicado em

28/02/2023

Autores

  • Isabela PetryUniversidade Católica de Pelotas
  • Jéssica Puchalski TrettimUniversidade Católica de Pelotas
  • Bárbara Borges RubinUniversidade Católica de Pelotas
  • Carolina Coelho SchollUniversidade Federal de Pelotas
  • Victória Duquia da SilvaUniversidade Católica de Pelotas
  • Henrique Ceron da SilveiraUniversidade Católica de Pelotas
  • Luciana De Avila QuevedoUniversidade Católica de Pelotas
  • Janaína Vieira Dos Santos MottaUniversidade Federal de Pelotas
  • Ricardo Tavares PinheiroUniversidade Católica de Pelotas
  • Mariana Bonati de MatosUniversidade Católica de Pelotas

Resumo

Trata-se de uma revisão narrativa da literatura que teve como objetivo explorar os possíveis fatores associados à descontinuação do processo de Aleitamento Materno Exclusivo (AME), bem como a prevalência do mesmo, até seis meses de vida dos bebês. A busca de dados foi realizada na base de dados eletrônica PubMed, no mês de outubro de 2020, através de uma estratégia de busca que utilizou indexadores selecionados segundo os Descritores em Ciência da Saúde (DeCS/MeSH). Dos 14 artigos incluídos na presente revisão, foram identificados 18 fatores associados que corroboram com a descontinuação do processo de AME. Dentre estes, encontram-se características sociodemográficas e comportamentais da díade mãe-bebê, aspectos sobre o histórico gestacional e do parto, adversidades ao praticar o AME e a falta de informações relacionadas a este processo, além de crenças atreladas a cultura. O fator associado mais prevalente foi a atividade laboral materna. Seguido da baixa escolaridade da mulher, depressão pós-parto e menor número de consultas pré-natais realizadas. Ressalta-se a necessidade de um olhar cuidadoso sob a perspectiva multiprofissional, ofertando os cuidados necessários. A licença à maternidade e a amamentação durante os horários de trabalho devem ser continuamente estimuladas e respeitadas, já que por muitas vezes há tabus envolvidos. As orientações sobre o AME necessitam ser realizadas desde os primeiros contatos com a gestante, de uma forma didática, facilitando a compreensão das mulheres. Assim, corroborando com o possível aumento das taxas de AME, beneficiando a saúde da díade mãe-bebê.

Palavras-chave

Amamentação, Desmame, Fatores de risco, Associação, Saúde da mulher.

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