Título
MANEJO DE IRRIGAÇÃO EM VIVEIROS FLORESTAIS: USO RACIONAL DA ÁGUA E ANÁLISE DA QUALIDADE DAS MUDAS

Publicado no livro
CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DAS ÁGUAS: INOVAÇÕES E AVANÇOS EM PESQUISA - VOLUME 1Capítulo
13
Páginas
186-212
Publicado em
29/04/2023
Autores
- Richardson Barbosa Gomes Da SilvaUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Danilo SimõesUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Mônica Moreno GabiraUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Rafaele Almeida MunisUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Diego Aparecido CamargoUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Rodrigo De Oliveira AlmeidaUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
- Rosani Do Carmo De Oliveira ArrudaUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
- Paloma Trevisan PandolfoUniversidade Estadual Paulista (UNESP/FCA/Botucatu)
Resumo
Ao longo dos próximos anos, a quantidade de água disponível para irrigação está prevista para diminuir. Essa menor disponibilidade de água forçará os viveiros florestais a adotar procedimentos e tecnologias de irrigação mais eficientes, isto é, aplicar água suficiente para atender a necessidade hídrica das mudas, reduzir a lixiviação e a alavancagem dos custos. No Brasil, os principais critérios utilizados para determinar o manejo hídrico são a observação e a experiência profissional dos viveiristas. Nesse contexto, ainda que suas limitações de eficiência sejam reconhecidas, principalmente por motivos econômicos, a microaspersão é o sistema de irrigação mais utilizado nos viveiros florestais brasileiros. Apesar disso, é possível aumentar a eficiência da irrigação aplicada por microaspersão a partir de ajustes nas estruturas dos viveiros e nos manejos praticados e, consequentemente, aumentar a qualidade das mudas florestais. Para diversos autores, mudas com maior qualidade são aquelas que sobreviverão e crescerão mais rapidamente após o plantio. Essa qualidade, expressa por atributos morfológicos e fisiológicos, pode ser obtida por meio da composição genética e dos manejos no viveiro, incluindo o hídrico. A utilização de mudas com maior qualidade reduz a necessidade de replantio e os custos com tratos culturais nos primeiros meses após o plantio.
Palavras-chave
Áreas degradadas, Lixiviação, Microaspersão, Restauração florestal, Silvicultura.
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