EFEITOS DOS EXERCÍCIOS DE FORÇA MUSCULAR NA PREPARAÇÃO PARA A MARCHA NO PACIENTE COM DOENÇA DE PARKINSON

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Título

EFEITOS DOS EXERCÍCIOS DE FORÇA MUSCULAR NA PREPARAÇÃO PARA A MARCHA NO PACIENTE COM DOENÇA DE PARKINSON

Autores:
  • Raquel Rodrigues Fernandes Paulino

  • Ana Carolina Brandão Silveira

  • Carlos Eduardo Cesar Vieira

  • Leonardo Luiz Barretti Secchi

  • Umilson dos Santos Bien

  • Danilo Armbrust

  • Danilo Sergio Vinhoti

  • Nathália C. Dias de Macedo Yamauchi

  • Beatriz Berenchtein Bento de Oliveira

DOI
  • DOI
  • 10.37885/251220901
    Publicado em

    04/03/2026

    Páginas

    61-70

    Capítulo

    6

    Resumo

    A Doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva, caracterizada por alterações motoras e não motoras, sendo a marcha um dos comprometimentos mais incapacitantes. O treino de força tem sido apontado como estratégia fisioterapêutica relevante para a melhora funcional desses pacientes. Objetivo: Relatar os efeitos dos exercícios de força muscular na preparação para a marcha em um paciente com Doença de Parkinson, a partir de um estudo de caso. Métodos: Estudo de caso com paciente do sexo masculino, 82 anos, diagnosticado com DP, que apresentou piora da deambulação após queda e procedimento cirúrgico. O paciente apresentava dependência de cadeira de rodas, bradicinesia, festinação, instabilidade de tronco, fraqueza muscular, dor articular e dependência parcial para atividades de vida diária. Foi aplicado um protocolo fisioterapêutico baseado no treino de força, associado a exercícios funcionais, equilíbrio, transferências e preparação para a marcha, durante 14 sessões de 50 minutos, realizadas duas vezes por semana. Resultados: Observou-se melhora da força muscular de membros superiores e inferiores, redução da dor no joelho esquerdo, melhora do equilíbrio em sedestação e ortostatismo, maior estabilidade de tronco e evolução funcional significativa. O paciente passou a realizar transferências de forma independente e retomou a marcha com auxílio de dispositivos, com mínima assistência.Conclusão: O treino de força associado à fisioterapia mostrou-se eficaz na melhora da capacidade funcional e na preparação para a marcha em paciente com DP, contribuindo para maior independência funcional, melhora do equilíbrio e redução do risco de quedas.

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    Palavras-chave

    Doença de Parkinson; Treinamento de Força; Fisioterapia; Marcha; Reabilitação

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