ATENÇÃO PRIMÁRIA E AS CLÍNICAS MÉDICAS POPULARES NA PERIFERIA DE SÃO PAULO



ATENÇÃO PRIMÁRIA E AS CLÍNICAS MÉDICAS POPULARES NA PERIFERIA DE SÃO PAULO
Ricardo DE Lima Jurca

07/08/2026
206-233
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A expansão do segmento público e privado de saúde para a gestão da população de territórios periféricos está baseada nas margens do Estado periférico capitalista. Em paralelo, a crise sanitária, a partir de 2020, acentua os elementos de risco presentemente em ação num contexto de individualização das políticas sociais de saúde, revestindo-se, então, de um caráter social e estrutural. Entre usuários, dirigentes sociais e agentes do programa de atenção primária de saúde, Estratégia Saúde da Família, procura-se privilegiar a ascensão de uma triagem sistêmica, caracterizada por políticas neoliberais e uma tecnocracia em saúde que há muito negligencia a saúde pública. Muito mais do que uma crise do sistema de saúde – por meio de diferentes ações e projetos governamentais, organizações e instituições sociais e mercado – mantém, pois, um vínculo estreito com a questão neoliberal, entre o Estado e o mercado.
Ler mais...Crise Sanitária; Saúde Pública; Neoliberalismo; Periferia
SAÚDE COLETIVA E PROMOÇÃO DA SAÚDE: PRÁTICAS, DESAFIOS E INOVAÇÕES - VOL. 3
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