AS BORBOLETAS (LEPIDOPTERA: PAPILIONOIDEA) DA MATA DO BURAQUINHO, JOÃO PESSOA, PARAÍBA, BRASIL

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Título

AS BORBOLETAS (LEPIDOPTERA: PAPILIONOIDEA) DA MATA DO BURAQUINHO, JOÃO PESSOA, PARAÍBA, BRASIL

Autores:
  • Ana Beatriz de Medeiros Melo

  • André Barbosa Reis

  • Anabelle Camarotti de Lima Batista

  • Maria de Fátima Camarotti

  • Alessandre Pereira-Colavite

  • Jorge Kesselring

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260421609
    Publicado em

    09/04/2026

    Páginas

    167-183

    Capítulo

    9

    Resumo

    A Mata do Buraquinho (MB) destaca-se como a localidade com a fauna de borboletas mais conhecida da Floresta Atlântica Norte. O conhecimento sobre essa comunidade iniciou-se na década de 1940, foi consolidado em 1982 por Jorge Kesselring e Heinz Ebert e segue em expansão até os dias atuais, por meio de pesquisas em desenvolvimento. Diante disso, este capítulo objetiva apresentar informações sobre a diversidade de borboletas da MB. Para isso, o trabalho publicado por Kesselring e Ebert foi utilizado como principal referência para a descrição da fauna, complementado por comentários baseados em observações recentes. Além disso, análises de Escalonamento Multidimensional Não Métrico (NMDS) e de betadiversidade foram realizadas no programa R (versão 4.4.3) para comparar a fauna local com outros cinco inventários realizados no estado da Paraíba. Atualmente, a MB possui registros de 303 espécies de borboletas pertencentes às seis famílias diurnas, sendo 261 nectarívoras e 42 frugívoras. Hesperiidae (110) e Nymphalidae (83) são as de maior riqueza, representando juntas 63,7% da fauna total. Em seguida aparecem Lycaenidae (46), Riodinidae (42), Pieridae (18) e Papilionidae (4). Observações recentes indicam que parte dessas espécies permanecem presentes na MB, enquanto outras não foram encontradas nos últimos anos. As análises estatísticas revelam diferenças entre todas as comunidades, sugerindo uma dissimilaridade superior a 60% entre a MB e as demais áreas. Além da elevada diversidade, destaca-se a ocorrência de espécies ameaçadas, como a Morpho epistrophus nikolajewna Webner, 1951, e o potencial da área para gerar estudos que podem fornecer dados para conservação a nível local, regional e nacional. Espera-se então, que este capítulo contribua para a ampliação do conhecimento da fauna local e de iniciativas de conservação da biodiversidade na região.

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    Palavras-chave

    Diversidade; Conservação; Floresta Atlântica Norte; Nordeste

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