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EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA, ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) E DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) NO BRASIL


EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSIVA, ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) E DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM (DUA) NO BRASIL
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Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
A Educação Especial Inclusiva constitui-se como uma proposta filosófica de compreensão da diversidade humana, orientada pela garantia do direito constitucional à educação para todos. Longe de se configurar como um tema transversal ou de ser reduzida a uma modalidade educacional isolada — o que a colocaria à margem do sistema —, a Educação Especial Inclusiva deve estar incorporada às diretrizes pedagógicas, influenciando a construção curricular da educação nacional e os processos de formação docente.
Nesse sentido, consolidar-se como uma realidade educacional implica assegurar o acesso, a permanência e a qualidade da educação para estudantes com deficiências, transtornos do espectro autista e altas habilidades ou superdotação. O atendimento desses sujeitos em escolas comuns, considerando suas necessidades educacionais específicas, é parte essencial do reconhecimento e do cumprimento desse direito.
Garantir uma educação equitativa e de qualidade, contudo, representa um desafio que envolve profissionais da educação, estudantes, famílias e a sociedade como um todo. A implementação de intervenções em políticas públicas, currículos formais, programas educacionais, propostas pedagógicas, práticas de sala de aula e na organização dos ambientes escolares requer conhecimento especializado, apoio institucional, infraestrutura adequada, recursos diversificados e, sobretudo, mudanças paradigmáticas no entendimento do que se compreende por Educação Especial Inclusiva e por inclusão em sentido estrito.
Nesse contexto, os serviços de Atendimento Educacional Especializado (AEE) surgem com o objetivo de contribuir para a efetivação da inclusão, funcionando como suporte à comunidade escolar por meio do desenvolvimento de materiais, estratégias pedagógicas e habilidades específicas dos sujeitos. O AEE configura-se, assim, como uma ferramenta estratégica para a promoção da equidade e para a construção de uma educação verdadeiramente inclusiva.
Paralelamente, o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) tem ganhado destaque nas discussões pedagógicas e vem sendo incorporado a programas e experiências educacionais, tanto no Brasil quanto em outros contextos, consolidando-se gradativamente como mais um importante instrumento para a promoção da inclusão.
A Educação Especial Inclusiva, esteja ou não apoiada nos serviços de AEE e tenha sido ou não previamente pensada à luz do DUA, deve assegurar o direito a uma educação equitativa a todos os estudantes. Tanto os ambientes escolares quanto aqueles que oferecem AEE fora do contexto escolar precisam garantir condições adequadas para atender às diversas necessidades educacionais, com a participação ativa dos profissionais da comunidade escolar, o protagonismo dos sujeitos e o envolvimento das famílias.
Para que essa efetivação ocorra, há consenso entre pesquisadores, profissionais da educação, estudantes e famílias de que uma ampla convergência de esforços e recursos é indispensável. Isso envolve desde a formulação e implementação de políticas públicas que assegurem investimentos financeiros e recursos materiais adequados até mudanças nas atitudes e concepções dos profissionais, das famílias e da sociedade, que desempenha papel fundamental na promoção de uma educação para todos.
Sabe-se que um dos principais entraves para a consolidação da Educação Especial Inclusiva — embora não o único — é a formação de professores para o atendimento adequado de estudantes com deficiência, transtornos do espectro autista ou altas habilidades/superdotação. Nesse processo formativo, a pesquisa científica desempenha papel central, seja na formação individual e autônoma, seja em programas estruturados, como cursos de formação inicial e continuada, ao produzir conhecimentos teoricamente fundamentados e, muitas vezes, construídos a partir da análise de experiências pedagógicas desenvolvidas no contexto escolar.
Diante disso, a proposta deste livro é dar visibilidade a pesquisas científicas, preferencialmente de natureza empírica, já concluídas e com resultados consolidados, que contribuam de forma consistente para o avanço do conhecimento na área da Educação Especial Inclusiva.
O objetivo é divulgar experiências que vêm sendo desenvolvidas no cenário educacional brasileiro, especialmente aquelas que envolvem o AEE e/ou o DUA, e apoiar a comunidade educacional — composta por estudantes, famílias e, sobretudo, profissionais docentes — por meio da socialização de práticas pedagógicas e de referenciais teóricos que têm se mostrado relevantes para a construção de uma educação equitativa e de qualidade para todos.
Áreas Temáticas
- Educação Especial;
- Educação Inclusiva;
- Educação e Diversidade;
- Atendimento Educacional Especializado;
- Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA)
- Transtornos do Espectro Autista e educação;
- Altas habilidades ou superdotação e educação;
- Deficiência e educação;
- Salas de recursos multifuncionais;
- Tecnologias assistivas.
Temáticas Sugeridas
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Fundamentos históricos, conceituais e legais da Educação Especial Inclusiva no Brasil
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Políticas públicas de inclusão escolar e Educação Especial
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Atendimento Educacional Especializado (AEE): organização, práticas e desafios
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Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA): princípios, diretrizes e aplicações pedagógicas
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Currículo inclusivo, flexibilização curricular e adaptação de materiais didáticos
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Avaliação educacional na perspectiva inclusiva
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Formação inicial e continuada de professores para a Educação Especial e Inclusiva
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Tecnologias assistivas e recursos de acessibilidade no contexto escolar
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Inclusão de estudantes com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento e altas habilidades/superdotação
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Práticas pedagógicas inclusivas na educação básica e no ensino superior
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Gestão escolar e cultura inclusiva
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Desafios e perspectivas da educação inclusiva no cenário contemporâneo
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Diretrizes para Submissão
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Extensão entre 10 e 20 páginas
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Texto formatado conforme as normas da ABNT
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Inclusão de resumo (até 250 palavras) e de 3 a 5 palavras-chave
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