QUEIJOS ARTESANAIS EM FEIRAS DO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS-MA: CARACTERIZAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO, ANÁLISE MICROBIOLÓGICA E ORIENTAÇÃO SANITÁRIA DOS COMERCIANTES

Code: 230312288
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Título

QUEIJOS ARTESANAIS EM FEIRAS DO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS-MA: CARACTERIZAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO, ANÁLISE MICROBIOLÓGICA E ORIENTAÇÃO SANITÁRIA DOS COMERCIANTES

Autores(as):
  • Rebeca Cotrim Aragão Da Conceição

    CONCEIÇÃO, R.C.A.

  • Edmilson Silva Diniz Filho

    DINIZ FILHO, E.S.

  • Amanda Mara Teles

    TELES, A.M.

  • Ana Carolina Da Silva Muniz

    MUNIZ, A.C.S.

  • Thaís Camila Pereira Veloso

    VELOSO, T.C.P.

  • Rafaely De Almeida Brito

    BRITO, R.A.

  • Valonia Cristina Garcia Rodrigues

    RODRIGUES, V.C.G.

  • Danilo Cutrim Bezerra

    BEZERRA, D.C.

  • Nancyleni Pinto Chaves Bezerra

    BEZERRA, N.P.C.

  • Viviane Correa Silva Coimbra

    COIMBRA, V.C.S.

DOI
10.37885/230312288
Publicado em

30/07/2023

Páginas

205-220

Capítulo

17

Resumo

Objetivo: Objetivou-se realizar um diagnóstico situacional sobre a comercialização de queijos artesanais nas feiras de São Luís – MA, com avaliação da qualidade microbiológica do produto, seguida de orientação dos comerciantes. Métodos: Foram identificados somente três comerciantes de queijos nas feiras avaliadas e todos aceitaram participar da pesquisa que foi executada em três etapas: i) entrevista com comerciantes; ii) análise microbiológica do queijo artesanal para determinar a presença de Escherichia coli, Estafilococos coagulase positiva, Salmonella sp e Listeriia monocytogenes, incluindo testes bioquímicos confirmatórios; e iii) orientação aos comerciantes sobre temas relacionados às boas práticas de produção e de comercialização. Para as análises laboratoriais foi coletada uma amostra de 100 g do queijo artesanal (tipo coalho) de cada comerciante, durante cinco semanas seguidas, totalizando 15 amostras. Resultados: Os resultados das entrevistas apontam o seguinte perfil: sexo masculino (n=02; 66,7%); faixa etária de 41 a 50 anos (n=02; 66,7%); ensino fundamental completo (n=02; 66,7%); faixa salarial de 3 a 4 salários-mínimos (n=02; 66,7%), não são produtores do queijo, somente comercializam o produto com origem no município de Vitorino Freire (n=03; 100%). Observou-se que os comerciantes costumam utilizar adornos, não utilizam EPI’s e carecem de estrutura física adequada para comercialização do produto. Nas análises laboratoriais constatou-se que 33,33% (n=5) estavam fora de conformidade para Escherichia coli e 60% (n=9) fora de conformidade para Estafilococos coagulase positiva. Não se detectou a presença de Salmonella sp e Listeria monocytogenes em nenhuma das 15 amostras analisadas. A etapa de orientação foi realizada nas feiras com os participantes, utilizando o recurso de folder ilustrativo e vídeo orientativo. Conclusão: Conclui-se que os comerciantes de queijo das feiras livres do município de São Luís-MA não dispõem de estrutura física adequada para a comercialização, o que pode impactar na qualidade microbiológica do produto. Recomenda-se o monitoramento periódico da qualidade dos queijos comercializados nas feiras livre pelos órgãos competentes.

Palavras-chave

Queijo coalho, Feiras livres, Segurança de alimentos, Educação sanitária.

Autor(a) Correspondente
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