PROTOCOLO LINCE DE INVESTIGAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PLIN): INSTRUMENTO LÚDICO PARA CONHECER HABILIDADES DE LEITURA E ESCRITA

Code: 221110998
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Título

PROTOCOLO LINCE DE INVESTIGAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PLIN): INSTRUMENTO LÚDICO PARA CONHECER HABILIDADES DE LEITURA E ESCRITA

Autores(as):
  • Renata Savastano Ribeiro Jardini

    Jardini, Renata Savastano Ribeiro

  • Lydia Savastano Ribeiro Ruiz

    Ruiz, Lydia Savastano Ribeiro

  • Walderlene Ramalho

    Ramalho, Walderlene

  • Andrea Villela de Paula

    Paula, Andrea Villela de

DOI
10.37885/221110998
Publicado em

29/12/2022

Páginas

97-113

Capítulo

8

Resumo

O Método das Boquinhas fonovisuoarticulatório foi de- senvolvido pela primeira autora da pesquisa com o intuito de alfabetizar e reabilitar os distúrbios da leitura/escrita. O jogo Lince de Boquinhas foiidealizado para conhecer e treinar percepção visual, consciência fonológica, memória imediata, memória visual e auditiva, funções visuoespaciais, cognição e leitura/escrita, dentre outras. A partir das evidências observadas em mais de 10 anos de aplicação clínica desse jogo, foram tabuladastendências de comportamentos apresentados por indivíduos sintomáticos dos transtornos dislexia, transtorno no déficit de atenção e hiperatividade e deficiência intelectual, em relação aos mesmos comportamentos em sujeitos assintomáticos. Essas evidências foram pareadas aos manuais dediagnóstico e fontes científicas que apresentam classificações categoriais desses transtornos. A partir dessa análise, foram elaboradas 26 questões, com 5 itens cada, que analisam quali e quantitativamente os comportamentos apresentados e refletem as respostas mais usuais apresentadas, para compor o Protocolo Lince de Investigação Neurolinguística (PLIN). As questõesforam agrupadas em 5 blocos de habilidades: consciência fonológica (HCF); visuoespaciais (HVE); leitura e escrita (HLE); memória imediata (HMI) e cognição (HCO). A fase 1, de dimensionamento amostral, contou com 40 crianças do estado do Paraná, entre 5 e 12 anos de idade, divididasigualitariamente em 4 grupos, dos transtornos estudados e o grupo controle de assintomáticos. A fase 2, para elaboração de tabelas de tendências de comportamentos, contou com 296 crianças, do Distrito Federal. Os dados foram comparados a fim de verificar se existia diferença estatisticamentesignificativa entre os quatro grupos estudados, para a publicação do PLIN.

Palavras-chave

Protocolos, Leitura, Escrita, Dislexia, Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

Autor(a) Correspondente
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