HYDRONEPHROSIS SECONDARY TO POSTOPERATIVE ADHESIONS IN A DOG WITH OVARIAN REMNANT SYNDROME

Code: 240215839
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Título

HYDRONEPHROSIS SECONDARY TO POSTOPERATIVE ADHESIONS IN A DOG WITH OVARIAN REMNANT SYNDROME

Autores(as):
  • Francisco DÉcio De Oliveira Monteiro

  • Geyse Maria Machado Lima

  • Ana Caroline Alves da Silva

  • Luisa Pucci Bueno Borges

  • Ana Estelita Nascimento de Carvalho

  • Sheyla Farhayldes Souza Domingues

  • Carolina Franchi João

  • Pedro Paulo Maia Teixeira

DOI
  • DOI
  • 10.37885/240215839
    Publicado em

    30/03/2024

    Páginas

    173-181

    Capítulo

    12

    Resumo

    A ovariohisterectomia (OH) quando realizada incorretamente pode levar a complicações pós-cirúrgicas, como piometra do coto, síndrome do remanescente ovariano e focos de adesão gerados por reações teciduais aos fios e materiais utilizados na hemostasia do vaso. A formação de aderências e sucessivas cirurgias predispõe os pacientes a outras doenças, como obstrução ureteral e hidronefrose. Assim, relatamos um caso de hidronefrose em uma cadela submetida à OH convencional, seguida de ovariectomia (OV) devido à síndrome do ovariano remanescente e consequentes aderências intraperitoneais causadas por sucessivas intervenções cirúrgicas. Uma cadela sem raça definida (SRD) com histórico de piometra do coto e síndrome do ovário remanescente (SOR) foi atendida no Hospital Veterinário-HV da UFPA após duas cirurgias anteriores. Foi castrada e submetida a ovariectomia há aproximadamente quatro anos, pois apresentou sinais de estro após a primeira cirurgia, caracterizando SOR. Ao exame físico apresentava abdômen distendido, sem dor palpável. A ultrassonografia mostrou conteúdo anecoico, paredes finas e contorno definido no rim esquerdo. Havia estruturas tubulares não vascularizadas, sugerindo hidroureter e hidronefrose. Foi realizada celiotomia exploratória, evidenciando intensa presença de aderências abdominais, seguida de incisão na linha média abdominal desde o apêndice xifóide em direção caudal ao púbis, evidenciando o rim esquerdo. Após drenagem vesical de 900 mL de filtrado renal, considerou-se atrofia do parênquima renal e preservação da cápsula renal, resultando em sua ressecção completa, seguida da síntese da parede abdominal. No pós-operatório o paciente foi devidamente acompanhado e obteve evolução satisfatória manifestada por recuperação completa. A escolha da técnica convencional de OH favoreceu a formação de aderências que foram diagnosticadas tardiamente. Alternativas menos invasivas causaram menos danos a longo prazo. A manipulação intracavitária excessiva e a reação ao fio de sutura de náilon favoreceram o desenvolvimento dessas aderências e, consequentemente, obstrução unilateral do ureter esquerdo, hidroureter, hipertrofia e destruição do parênquima renal, levaram o paciente a ser submetido a uma terceira cirurgia, a nefrectomia unilateral. O paciente apresenta função renal normal no órgão contralateral, sem alterações clínicas ou laboratoriais porque o rim afetado não estava funcional.

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    Palavras-chave

    ovariohistectomia, ovariectomia, aderência, hidronefrose, cadela.

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