FRAGILIDADE: EVOLUÇÃO CONCEITUAL, EPIDEMIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

Code: 230814212
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Título

FRAGILIDADE: EVOLUÇÃO CONCEITUAL, EPIDEMIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA

Autores(as):
  • Estevão Carlos Barcelos

  • Divan Henrique Fernandes Barcelos

  • Rafael Rezende Borges

  • Isadora Fernandes Silveira

  • Lara Imbroisi Errera

  • Flávia De Paula

  • Michel Naslavsky

  • Maria Rita Passos-bueno

  • Mayana Zatz

  • Flávia Imbroisi Valle Errera

DOI
  • DOI
  • 10.37885/230814212
    Publicado em

    30/09/2023

    Páginas

    296-314

    Capítulo

    16

    Resumo

    O envelhecimento da população, em conjunto com o aumento da expectativa de vida, traz a necessidade de maior atenção quanto à saúde e qualidade de vida do idoso. Nesse contexto, a Síndrome da Fragilidade no Idoso, ou apenas Fragilidade, tem se tornado um grande desafio para as gerações atuais e futuras. A fragilidade é uma condição clínica caracterizada por uma vulnerabilidade excessiva do indivíduo a estressores endógenos e exógenos, expondo o indivíduo a um maior risco de resultados negativos relacionados à saúde. Indivíduos frágeis são mais suscetíveis à hospitalização, quedas e à morte devido a eventos estressores que, em indivíduos não-frágeis, não costumam ter resultados tão adversos. O conceito de fragilidade tem evoluído ao longo das últimas décadas e sua epidemiologia tem acompanhado as tendências da transição sócio-demográfica em diferentes populações mundiais, com aumento na prevalência, principalmente no sexo feminino e forte influência de fatores genéticos e epigenéticos, atuando em conjunto com o estilo de vida. Além disso, diferentes mecanismos têm sido associados à sua fisiopatologia como a inflamação, estresse oxidativo, hormônios adrenais, alterações na interação entre sistema muscular e nervoso e do microbioma, dentre outros. Assim, o objetivo desta revisão narrativa é realizar uma abordagem histórica da evolução do conceito de fragilidade e atualização de seus aspectos epidemiológicos e fisiopatológicos.

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    Palavras-chave

    Sarcopenia. Prevalência. Estresse oxidativo. Inflamação. Microbioma.

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