FLEXIBILIDADE E MOBILIDADE: CONCEITO E DIFERENCIAÇÃO

Code: 230513006
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Título

FLEXIBILIDADE E MOBILIDADE: CONCEITO E DIFERENCIAÇÃO

Autores(as):
  • Maurício Almeida

    Almeida, Maurício

  • Anaile Duarte Toledo Martins

    Duarte Toledo Martins, Anaile

  • Cleonaldo Gonçalves Santos

    Gonçalves Santos, Cleonaldo

  • Priscila Figueiredo Campos

    Figueiredo Campos, Priscila

  • Lucas Dos Anjos Sena

    dos Anjos Sena, Lucas

  • Thainá Richelli Oliveira Resende

    Richelli Oliveira Resende, Thainá

  • Edilene Márcia De Sousa

    Márcia de Sousa, Edilene

  • Keveenrick Ferreira Costa

    Ferreira Costa, Keveenrick

  • Mauricio Nigri Junior

    Nigri Junior, Mauricio

  • Mauro Lúcio De Oliveira Júnior

    Lúcio de Oliveira Júnior, Mauro

DOI
10.37885/230513006
Publicado em

30/06/2023

Páginas

41-53

Capítulo

3

Resumo

No cenário prático, diversos profissionais confundem os termos flexibilidade e mobilidade, muitas vezes, utilizando essas terminologias como sinônimos, o que gera implicações na avaliação, prescrição e orientação dos programas de treinamento físico-funcional. Assim, o objetivo do presente trabalho é conceituar os termos flexibilidade e mobilidade, bem como estabelecer uma diferenciação entre essas terminologias. Adicionalmente, foi apresentado um modelo de treinamento que tem como base o trabalho de mobilidade associado à ideia de estabilidade, a saber, a abordagem articulação por articulação (do inglês: joint by joint). Inicialmente, evidencia-se que a flexibilidade é considerada uma capacidade/valência física, assim como força, velocidade, equilíbrio, coordenação, ritmo, potência, agilidade e resistência. Essa capacidade/valência física está relacionada ao sistema musculoarticular, ou seja, a associação entre os componentes musculotendíneos e articulares. Assim, tem sido compreendida como a capacidade de realizar movimentos na maior amplitude de movimento possível sem a ocorrência de lesões. Por outro lado, a mobilidade está diretamente relacionada à articulação, ou seja, relaciona-se à capacidade que uma articulação tem de se movimentar ativamente, na maior amplitude de movimento possível, antes de ser restringida pelos componentes articulares e/ou periarticulares. Ademais, existem exercícios específicos que podem beneficiar a flexibilidade e/ou a mobilidade, o que dependerá das necessidades e dos objetivos de cada beneficiário/paciente. Diante do exposto, percebe-se que compreender as especificidades dessas terminologias é uma tarefa fundamental para a adequada avaliação, prescrição e orientação dos programas de treinamento.

Palavras-chave

Flexibilidade, Músculos, Articulações, Educação física e treinamento, Exercício físico.

Autor(a) Correspondente
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