DIOSPYROS HISPIDA, XYLOPIA AROMATICA E MOURIRI PUSA COMO ALTERNATIVA BIOENERGÉTICA NA REGIÃO SUL DO TOCANTINS

Code: 221010685
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Título

DIOSPYROS HISPIDA, XYLOPIA AROMATICA E MOURIRI PUSA COMO ALTERNATIVA BIOENERGÉTICA NA REGIÃO SUL DO TOCANTINS

Autores(as):
  • Renata Carvalho Da Silva

    Silva, Renata Carvalho da

  • Kerolla Morgana Oliveira Cunha

    Oliveira Cunha, Kerolla Morgana

  • Raquel Marchesan

    Marchesan, Raquel

  • Sorane Moraes De Sousa

    Moraes de Sousa, Sorane

  • Manoel Moraes Da Silva Neto

    Moraes da Silva Neto, Manoel

  • Guilherme Miranda Fernandes Reis

    Miranda Fernandes Reis, Guilherme

  • Karolayne Ferreira Saraiva

    Ferreira Saraiva, Karolayne

  • Carla Jovania Gomes Colares

    Gomes Colares, Carla Jovania

  • Vanessa Coelho Almeida

    Coelho Almeida, Vanessa

  • Morgana Cristina França

    França, Morgana Cristina

DOI
10.37885/221010685
Publicado em

08/12/2022

Páginas

96-108

Capítulo

7

Resumo

O presente estudo teve como objetivo avaliar a qualidade do carvão vegetal de três espécies nativas do Cerrado, visando a produção de energia na região Sul do estado do Tocantins. Para o estudo foram selecionadas as madeiras de Xylopia aromatica (Lam.) Mart., Mouriri pusa Gardner e Diospyros hispida A.DC. No preparo do material foram confeccionados 10 corpos de prova de cada espécie com as dimensões de 2,0 x 2,0 x 5,0 cm, sendo 5 repetições para cada marcha de carbonização com diferentes temperaturas finais e taxas de aquecimento. Foi determinada a densidade básica da madeira, rendimento gravimétrico total, rendimentos totais em gases condensáveis e não condensáveis, análise química imediata (AQI) e poder calorífico superior. A madeira de Mouriri pusa apresentou maiores valores médios para a densidade básica (0,74 g/cm-³) e o carvão vegetal da madeira de Diospyros hispida a maior média de densidade aparente do carvão (0,59 g/cm-³). Na análise química imediata as espécies Xylopia aromatica e Diospyros hispida apresentaram as melhores medias dentre todas as espécies. O poder calorífico variou de 7332,24 a 7566,89 (kcal/kg), sendo considerado um valor aceitável para a produção energética. Recomenda-se a marcha de carbonização final de 550°C e as madeiras de Xylopia aromatica e Diospyros hispida que apresentaram as melhores propriedades para a produção de carvão vegetal de boa qualidade.

Palavras-chave

Análise química imediata, Rendimentos da carbonização, Taxa de aquecimento.

Autor(a) Correspondente
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