DIAGNÓSTICOS E INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PARA PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

Code: 240115558
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Título

DIAGNÓSTICOS E INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PARA PACIENTES VÍTIMAS DE ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO

Autores(as):
  • Wagner Masulo De Lima

  • Elisiane De Oliveira Machado

  • Fabiano Da Costa Michielin

  • Suimara Santos

  • Maicon Daniel Chassot

  • Cíntia Letícia De Negreiros Kerschner

  • Fabio Silva Da Rosa

  • Juciane Aparecida Furlan Inchauspe

  • Michelle Dornelles Santarem

  • Djulia Andriele Wachter

DOI
  • DOI
  • 10.37885/240115558
    Publicado em

    30/03/2024

    Páginas

    170-190

    Capítulo

    12

    Resumo

    Introdução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é a 2ª causa de morte no mundo, sendo assim, é uma questão de saúde pública que causa restrições físicas e psicológicas ao paciente e também prejuízo aos familiares. Para tanto, é necessário que o enfermeiro implemente os Diagnósticos de Enfermagem (DE) para cada paciente. Objetivo: Analisar os registros de enfermagem em prontuários de pacientes com AVE, hospitalizados em unidade de internação vascular. Método: Trata-se de uma pesquisa de caráter quantitativo, transversal e retrospectivo, onde foram coletados dados em prontuários, referentes ao Processo de Enfermagem (PE), diagnósticos e intervenções de enfermagem dos pacientes hospitalizados na unidade de internação vascular. Foram analisados prontuários de janeiro de 2016 a dezembro de 2017. Para a coleta de dados foi utilizado um instrumento contendo variáveis que caracterizam o perfil clínico e social destes pacientes e os diagnósticos e intervenções de enfermagem. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre e do Centro Universitário Metodista IPA. Resultados: A amostra constou de 104 pacientes com média de idade de 68 anos, com taxas do sexo masculino de 53% (n=55), e o feminino de 47% (n=50). O tipo de AVE mais frequente foi o AVE Isquêmico com taxa de 81%, e 83% deles não receberam trombolíticos. O tempo de chegada até a unidade de internação foi em média de 16 horas e 51 minutos e o tempo médio de internação foi de 5,7 dias nesta unidade, sendo a maioria proveniente de Porto Alegre (91%). O destino destes pacientes foi de 91% para domicilio, 6% foram a óbito e os outros 3% para outros destinos. Os principais DE estabelecidos: Risco de trauma vascular (50,9%), Perfusão tissular periférica ineficaz (41,3%) e Mobilidade física prejudicada (27,8%). E as principais intervenções foram: manter cuidados de enfermagem (89,4%), observar, registrar e comunicar alterações (67,3%) e manter grades elevadas (20,1%). Conclusão: o estudo contribuiu para se conhecer a realidade dos registros em uma unidade de internação para pacientes vítimas de AVE e promover discussão e qualificação do PE com ênfase nas etapas do DE e elaboração e implementação dos cuidados de enfermagem.

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    Palavras-chave

    Diagnóstico de enfermagem, Cuidados de enfermagem, Acidente vascular encefálico.

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