CARACTERIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL E EPIDEMIOLÓGICA EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO NORDESTE DO PARÁ-AMAZÔNIA, BRASIL

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Título

CARACTERIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL E EPIDEMIOLÓGICA EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO NORDESTE DO PARÁ-AMAZÔNIA, BRASIL

Autores(as):
  • Noêmia Maria José Maia Ramos

  • Euzébio de Oliveira

  • Yomara Pinheiro Pires

  • Sérgio Eduardo Nassar

  • Roseane do Socorro da Silva Matos Fernandes

  • João Batista Santiago Ramos

  • Rosilene Ilma Ribeiro de Freitas

  • Jucimeire Rocha Macêdo

  • Diogo Maia Ramos Lopes

  • Roberta de Sá Leitão Barbosa

DOI
  • DOI
  • 10.37885/210504562
    Publicado em

    03/07/2021

    Páginas

    181-198

    Capítulo

    11

    Resumo

    As Comunidades quilombolas são consideradas Espaços de resistência que se consolidaram a partir das lutas contra a escravidão. Além disso, são regadas de desigualdades socioeconômicas e ambientais que contribuem com o processo de mortalidade para as doenças ligadas às precárias condições de vida nas quais estão submetidas essas populações. O objetivo desta Pesquisa foi caracterizar os principais problemas socioambientais e epidemiológicos de origem antrópica que contribuem para o processo de adoecimento dos quilombolas das Comunidades de Taperinha e Sauá-Mirim, no Município de São Domingos do Capim – PA. Tratou-se de um Estudo de campo, descritivo, quantitativo, transversal e epidemiológico, utilizando- se como ferramenta principal um questionário com perguntas fechadas e abertas, (relacionadas às questões socioeconômicas, ambientais e epidemiológicas). Os resultados foram analisados a partir da estatística descritiva, sendo apresentados em tabelas e figuras, com o auxílio do programa de computação Microsoft excel 10. Os achados evidenciaram uma diminuição em algumas práticas culturais comumente utilizadas por Comunidades tradicionais. Algumas mudanças nos hábitos alimentares dos quilombolas, assim também, foram notadas. As precárias condições de vida, evidenciadas pela falta de saneamento básico e a ausência de água tratada para consumo, foram consideradas de grande risco para a saúde dos quilombolas capinenses. Os resultados mostraram ser preocupante a incidência por doenças infecciosas. Além de tudo, doenças crônicas tiveram papel de grande destaque neste Estudo. Por fim, vale ressaltar a necessidade de mais pesquisas voltadas para a saúde nos quilombos brasileiros, uma vez que ainda são muito escassas, inclusive no Estado do Pará.

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    Palavras-chave

    Quilombolas. Caracterização. Socioepidemiológica. Saúde.

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