ALERGIAS MEDICAMENTOSAS: REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE A MEDICAMENTOS

Code: 221010537
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Título

ALERGIAS MEDICAMENTOSAS: REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE A MEDICAMENTOS

Autores(as):
  • Sarah Santos Lafetá

    LAFETÁ, Sarah Santos

  • Gisele De Almeida Silva Amorim

    AMORIM, Gisele de Almeida Silva

  • Flávia Alessandra Pereira Neves

    NEVES, Flávia Alessandra Pereira

  • Julia Garcia Peres

    PERES, Julia Garcia

  • Monica Fernandes Sartori Da Silva

    DA SILVA, Monica Fernandes Sartori

  • Gislaine Dos Santos Rodrigues Vieira

    VIEIRA, Gislaine dos Santos Rodrigues

  • Cleber Queiroz Leite

    LEITE, Cleber Queiroz

DOI
10.37885/221010537
Publicado em

16/11/2022

Páginas

72-83

Capítulo

4

Resumo

As reações de hipersensibilidade à fármacos (RHF) são divididas em reações de hipersensibilidade não alérgica e reação alérgica, podendo ser dose-dependentes ou não. Dessa forma, o processo é ocorre pela ativação pelos anticorpos, desenvolvidos após sensibilização, ou células T. Sendo assim, são subdivididos em quatro tipos imunológicos diferentes: reações alérgicas anafiláticas ou mediadas por IgE; interação entre anticorpo IgG e/ou IgM complementado e um fármaco-antígeno; imunocomplexos que causam danos teciduais e hipersensibilidade tardia. A partir disso, as manifestações clínicas são guiadas pela resposta imune ocorrendo variação entre tempo de desenvolvimento após exposição e sinais clínicos de acordo com o grau de gravidade. Logo, a amplitude de sintomas vai desde urticária a falência renal e choque anafilático. Em decorrência de uma possível reação mais grave, o diagnóstico muitas vezes fica comprometido por um risco de reação grave, uma vez que a realização de testes cutâneos de alergia pode desencadear anafilaxia. Desse modo, o tratamento inicial consiste em suspensão do fármaco e o plano terapêutico depende das manifestações clínicas, sendo possível a associação de anti-histamínicos e corticoides sempre em conjunto com a instruções de medidas preventivas. Existem situações que se diferem do padrão, como Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Conclui-se, portanto, que o manejo e diagnóstico é de importância clínica, pois há impacto na saúde de parcela significativa da população caracterizando um problema de saúde pública.

Palavras-chave

Alergia medicamentosa, Hipersensibilidade, Tratamento, Diagnóstico.

Autor(a) Correspondente
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