Título
ANTRACNOSE EM BASTÃO-DO-IMPERADOR: DIVERSIDADE DE COLLETOTRICHUM SPP. E ESTRATÉGIAS DE MANEJO

Publicado no livro
ENTRAVES FITOSSANITÁRIOS PARA PRODUÇÃO NA AGRICULTURA MODERNACapítulo
5
Páginas
65-74
Publicado em
12/09/2026
Autores
- Ingrid Gomes DuarteUniversidade Federal de Lavras
- Ana Gabriele Gurgel AmaralUniversidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
- André Nunes de OliveiraUniversidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
- Lavínia Gabriely de Albuquerque FreitasUniversidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
- Élder Felipe de Moura SilvaUniversidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
- Otilia Ricardo de FariasUniversidade Federal de Lavras (UFLA)
- Alejandra Valencia RiveraUniversidade Federal de Lavras (UFLA)
- Ananda Dos Santos VieiraUniversidade Federal de Lavras (UFLA)
Resumo
A floricultura no Brasil apresenta grande relevância econômica, impulsionada por condições climáticas favoráveis, diversidade de espécies e avanços tecnológicos. O bastão-do-imperador (Etlingera elatior) destaca-se entre as ornamentais tropicais, porém é suscetível à antracnose, causada por espécies do gênero Colletotrichum, que comprometem a qualidade comercial. Esse gênero apresenta ampla diversidade e sua identificação evoluiu para abordagens multilocus mais precisas. O manejo da doença baseia-se no uso de práticas culturais e fungicidas, embora o uso contínuo destes possa favorecer resistência. Nesse contexto, o controle biológico, especialmente com Trichoderma, e o uso de óleos essenciais surgem como alternativas promissoras. Assim, a integração de estratégias de controle e o entendimento da diversidade do patógeno são essenciais para um manejo mais eficiente e sustentável.
Palavras-chave
Brácteas; controle biológico; Etlingera elatior; podridão; pós-colheita
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